Capitulo 1 – Julho em New York

O início do túnel

Era uma noite muito clara, as estrelas e a lua enveredavam seus brilhos pelas paredes dos arranha-céus de Nova York. Ali, na área residencial, próxima e atrás do Central Park. E as correntes de uma brisa gostosa forçavam seus reencontros do outro lado dos prédios, acalentando a temperatura que naquele julho eram intensas. Quando paramos para observar o tempo e o meio, estas coisas são notadas, já reparou? Até a curva do vento no prédio, dá para ver.

Na tradicional correria que já compõe a indumentária do dia a dia do cidadão globalizado, findava se mais um dia daquela caminhada sem destino, da vida metropolitana de Márcia. Romper mais um dia intacto ao stress e à paranoia civilizada já era um grande trunfo. Já se passara muito tempo numa mesma cidade, para uma pessoa como Márcia, uma moderna, digamos, moça  GLOBER.

Parecia um dia como tantos outros, mesma lua…

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