Era uma vez um monge beneditino chamado Dom Pierre Pérignon, que nos idos de 1650, assumiu a função de tesoureiro da Abadia de Hautvillers, na França, com a missão principal de equilibrar as finanças da instituição. De olho no alto consumo de vinhos nas igrejas francesas, Dom Pérignon teve a ideia de recuperar as adegas, depósitos e prensas de Hautvillers que estavam em ruínas. Enquanto trabalhava pesado nas construções e replantava os vinhedos, um antigo costume da época – o de tapar as garrafas de vinho com pequenos pedaços de madeira envoltos em estopa embebida de óleo – começou a incomodá-lo.

Foi aí que ele pensou em derreter cera de abelhas no gargalo das garrafas, assegurando assim uma vedação perfeita e um método mais higiênico. Mas com o passar dos tempos, uma surpresa! As garrafas começaram a explodir nas adegas. E para acabar com os boatos de que os vinhos…

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